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O que são métricas de vaidade, como analisar e a sua importância

Métricas de vaidade são números que, quando analisados sem o devido cuidado e atenção, podem significar um problema para qualquer negócio. Isso, pois, de forma fria e isolada, as métricas de vaidade não representam resultados concretos.

Com a internet e todas as redes e mídias presentes hoje em dia, as métricas de vaidade são cada vez mais visadas no marketing digital como se fossem realmente essenciais. Elas podem até ser, mas vale frisar que não significam muito se observadas de maneira isolada.

Acompanhe o post e confira o que as métricas de vaidade significam, quais são elas e as suas diferenças para as métricas de resultados!

O que significam as métricas de vaidade?

As métricas de vaidade são números que, ao serem analisados, auxiliam as empresas nas estratégias de aumento das chances e possibilidades de venda. Apesar de não serem as mais indicadas para definir uma tomada de decisão, elas não devem ser ignoradas.

Mesmo não servindo de maneira efetiva para funcionarem como diretrizes, as métricas de vaidade são importantes quando aliadas a outras estratégias de marketing. Por serem métricas complementares, é importante não considerá-las como KPIs (Indicador-Chave de Desempenho).

Elas são classificadas como vaidosas porque, apesar de serem números que parecem importantes e que merecem toda a atenção, não apresentam efetividade se forem observados sozinhos.

Leia também: Entenda o que é jornada do cliente e veja exemplos

Exemplos de métricas de vaidade

As métricas de vaidade são números que podem distrair e dificultar a visualização daquilo que é realmente importante para resultar em ações ou mudanças efetivas nas estratégias de um negócio.

Aqui vão alguns exemplos de métricas de vaidade que podem ser analisadas em conjunto com outras métricas para que as estratégias de marketing sejam mais bem-planejadas.

1. Cliques

Sabe quando você passa em frente a uma vitrine de loja e olha um produto, ou até entra, mas fala para o vendedor “estou só dando uma olhadinha!”? No ambiente digital, os cliques funcionam dessa maneira!

Eles acessam o site, navegam e olham todos os produtos e serviços. Muitas vezes, até enchem o carrinho com os itens que mais gostam, mas acabam não convertendo a navegação em compra.

Por isso, é importante aliar os cliques a algum objetivo. Mais do que atrair cliques, verifique o tempo de permanência ou a taxa de conversão para ter certeza de que a quantidade de cliques está realmente sendo bem aproveitada ou não.

Uma boa estratégia é criar maneiras de relacionar esses cliques a formas de fidelizar clientes, por exemplo.

2. Likes e derivados

Os likes são como um afago virtual, a aprovação via mídias digitais. O problema aqui é que nem sempre esse “sinal de aprovação” é efetivo, porque ele pode não se converter em vendas ou em algum tipo de engajamento.

Essa é uma das principais métricas de vaidade porque, ao mesmo tempo que pode passar a sensação muito forte de popularidade, o like de forma isolada não permite nenhuma tomada de decisão mais precisa.

3. Seguidores

Por mais que uma página pareça popular por ter um número significativo de seguidores, esse número muitas vezes não significa o sucesso de fato.

Assim como as outras métricas, é importante que ele esteja acompanhado de outros dados para que se verifique a sua importância. Isso serve principalmente quando se trata de um perfil profissional!

4. Download de aplicativos

O download de um app é uma métrica muito importante para o produto e para a empresa. Contudo, tão importante quanto o número de downloads é o número de desinstalações que o app possui.

Para o saldo valer a pena, é necessário fazer essa proporção e olhar também para a quantidade de usuários das versões pagas. Um bom sinal, por exemplo, é quando você recebe muitos cadastros e poucas desinstalações, mesmo com poucos downloads.

5. Visualizações de página (pageviews)

Os números de pageviews de um site significam quantas visualizações ele teve em um determinado período. Contudo, essa métrica é muito relativa.

Ao analisá-la, busque relacioná-la com o número de visitantes. Assim, você conseguirá medir quantas páginas cada visitante acessou.

6. Compartilhamento

O ato de ter seu conteúdo compartilhado por várias pessoas pode indicar um alto engajamento por parte do público, mas nem todas as estratégias consideram isso o suficiente.

É importante que, além do engajamento e do aumento de tráfego, você consiga ter a atenção do leitor. Com essa atenção captada, se torna mais fácil fazer com que ele transite dentro do chamado funil de vendas.

Isso significaria um engajamento efetivo e de resultado concreto.

7. Tempo de permanência no site

Uma análise rápida e sem tanta atenção pode atestar que um tempo longo de permanência de um usuário no seu site indica maior interesse no seu conteúdo. Mas, na verdade, isso pode representar o contrário.

A efetividade de um conteúdo não está necessariamente relacionada ao tempo que o usuário passa nele. Muitas vezes, é mais importante que as respostas sejam encontradas de forma rápida e descomplicada.

Um tempo de permanência muito longo pode significar dificuldade de encontrar uma resposta para a questão pesquisada ou uma navegação difícil, seja em termos técnicos ou de conteúdo.

Métricas de vaidade x Métricas de resultados

Depois de definirmos e explicarmos como funcionam as métricas de vaidade, precisamos diferenciá-las das métricas de resultados.

Enquanto as métricas de vaidade podem ser manipuladas, compradas ou até mesmo enganosas se não observadas com cautela, as métricas de resultados são capazes de medir o crescimento de um negócio. Com elas, é possível calcular o lucro sobre o investimento (ROI) de um produto ou serviço.

Algumas delas são:

  • LTV (Lifetime Value): clientes que voltam a comprar representam menos custo;
  • Quantidade de visitantes: esse número mostra a capacidade de manter a audiência se renovando, movimentando o funil;
  • Conversões no funil: depois que o usuário se insere no funil de vendas, é importante que ele se mova dentro do funil, aplicando técnicas de retenção;
  • Custo de Aquisição por Cliente (CAC): métrica responsável por medir quanto o cliente custa para você.

Fazer com que essas métricas realmente signifiquem algo positivo e relevante para a estratégia do negócio pode ser um desafio. Por meio de maneiras de melhorar o atendimento e satisfazer o cliente, é possível parametrizar melhor os dados e tornar os resultados mais efetivos.

Até o próximo post!